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Boas Práticas

Você conhece os cuidados e desafios do transporte de proteína animal?

Para que o transporte das carnes ocorra sem intercorrências é fundamental que nessa etapa do processo da cadeia do frio alguns pontos sejam cuidadosamente examinados e avaliados para que a temperatura seja mantida constante dentro dos padrões previamente estabelecidos. Para as carnes congeladas, a temperatura deve ser mantida a -18º C, tolerando-se, durante curtos períodos, valores máximos de -15º C (tolerância máxima). Os resfriados, geralmente representados pelas carnes embaladas, devem ser transportados abaixo de 5º C, entre 0 e 4ª C.

Assim, é necessário, dentre outras coisas, examinar com cuidado:

  1. O estado de conservação e capacidade do equipamento de refrigeração;
  2. A distribuição das cargas;
  3. A temperatura (que deve ser constante por todo o percurso);
  4. A rapidez e eficácia na transferência dos produtos da câmara até o veículo e vice-versa;
  5. Treinamento da equipe de trabalho;
  6. A escolha de um local que seja de fácil acesso para o desembarque do produto.

Os cuidados acima são fundamentais para que nenhum problema ocorra durante o transit time (termo comum dentro da logística para o transporte de carnes que indica o tempo decorrido entre a saída da planta frigorífica até seu destino final) dessa carga perecível, principalmente quanto à dificuldade em manter o registro constante da temperatura.

Entretanto, pouca gente sabe quais são os principais problemas que culminam na ineficiência do transporte de proteínas animais. Tais problemas são verdadeiros desafios para os profissionais responsáveis por toda essa logística de transporte.

Você sabe quais são esses desafios logísticos de suma importância para o transporte de carnes e seus derivados? Abaixo, estão alguns deles, que podem estar relacionados tanto com a preparação da carga e quanto ao transporte de proteínas animais:

  1. Sensor fora da tolerância (oscilação devido a influências externas);
  2. Desligamento do aparelho de frio, devido a algum defeito ou falha técnica não diagnosticados ou devido ao desligamento da refrigeração priorizando “maior economia”;
  3. Equipamento de frio com defeito;
  4. Orientação incorreta principalmente do responsável pelo transporte;
  5. Unidade/transportador ou programação incorreta;
  6. Sensor de temperatura com defeito ou instalado em local inapropriado;
  7. Falhas no manuseio destes produtos perecíveis.
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