Oportunidades

Maior frigorífico da América Latina será inaugurado no Paraná

Depois de alguns anos de recessão, enfim o Brasil está saindo de uma das maiores crises da sua história. Porém, mesmo com a recuperação da economia interna, o grau de investimentos em larga escala ainda é reduzido no país, com os empresários esperando total estabilização da economia para realizar grandes investimentos.

Este não é o caso da Frimesa, que está nadando em sentido contrário da corrente e promete altos investimentos em um novo frigorífico destinado ao abate de suínos, na cidade de Assis Chateaubriand, localizada o oeste paranaense.

A promessa da Cooperativa é construir o maior frigorífico do Brasil e o maior da América Latina, gerando empregos e alto desenvolvimento econômico da região do oeste paranaense.

Conhecendo a planta do maior frigorífico brasileiro

Com previsão de finalização da primeira etapa ainda em 2018, o maior frigorífico brasileiro estará localizado em uma área de 141 mil m² em uma propriedade de 115 hectares,.

Segundo, Valter Vanzella, presidente da Frimesa, o crescimento no número de abates será gradativo. “Enquanto as Filiadas ampliarão suas unidades produtoras de leitões, unidades terminadoras e fábrica de ração, a Frimesa seguirá com a construção do maior frigorífico brasileiro”, comenta.

Inicialmente, a capacidade de abate e processamento irá girar em torno de 3.750 cabeças por dia, até 2021. Esse número subirá para 7.500 abates diários em 2024, em 2027 atingirá 11.250, até chegar a capacidade máxima em 2030, que será de 15.000 abates de suínos por dia.

Para chegarmos a esses 15 mil abates, precisamos crescer aos poucos. Esse número é o projeto concluído, mas antes temos que passar por etapas, como 3 mil abates. É um mercado que precisamos construir, ampliar e é isso que iremos fazer”, garante Vanzella.

Com esta planta, haverá um aumento na industrialização de suínos da Frimesa, que passará de 6.900 (número das atuais plantas) para cerca de 22.000 suínos abatidos por dia.

Planejamento estratégico de longo prazo

Segundo a gerência da Frimesa, a decisão da escolha do município de Assis Chateaubriand  foi pautada em estudos técnicos, econômicos e ambientais, além da maior disponibilidade de mão de obra presente na região.

Além destes estudos, a questão da localização também foi importante na escolha deste município para sediar o maior frigorífico brasileiro. Isso porque o novo empreendimento fica a 150 quilômetros da sede administrativa da cooperativa, sediada em Medianeira, também no Paraná.

Esta nova unidade frigorífica, idealizada em 2014, é parte de um planejamento estratégico de longo prazo. A empresa projeta um crescimento anual médio de 12% nos próximos 10 anos e certamente esse projeto será fundamental para alcançar essa audaciosa meta da Frimesa.

Alto investimento e muitas oportunidades

No planejamento financeiro apresentando pela Frimesa, o investimento nesta nova planta será bastante alto. Por esta razão, a planta frigorífica trará diversas novas oportunidades de emprego para toda a região.

Segundo a empresa, o cronograma de investimentos e ampliações ocorrerá conforme o mercado. Na primeira etapa, serão investidos R$ 400 milhões, mais R$ 200 milhões na segunda etapa, e mais R$ 350 milhões para finalizar o projeto.

A nova planta frigorífica da Frimesa destinada à industrialização de suínos, se destaca não apenas por ser o maior frigorífico brasileiro, mas por promover grande desenvolvimento econômico gerado em todo o oeste paranaense, principalmente na questão de empregos diretos e indiretos.

Inicialmente serão gerados em torno de 3 mil empregos diretos, mais outros 4 mil quando o empreendimento estiver na sua capacidade máxima. Também há a expectativa de que serão gerados outros 8.500 empregos indiretos em toda a cadeia produtiva da suinocultura.

O lançamento da pedra fundamental do empreendimento estava previsto para o dia 19 de outubro de 2017, porém, devido às fortes chuvas na cidade, o evento oficial foi cancelado.

Mas, independente da oficialização formal do empreendimento, os trabalhos de terraplanagem já estão a todo vapor, e as obras continuam dentro do cronograma previamente estabelecido.

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